quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Gestação na adolescência




Por: Jaime Rabêlo


A gestação na adolescência é um problema mundial de saúde pública, pois atinge principalmente a classe social mais carente e de menor escolaridade, sendo na maioria das vezes não planejada.Sabemos que a gravidez nesta faixa etária não é algo novo. Maria teve Jesus com 15 anos de idade. Porém o grande diferencial é que antes a gestação acontecia dentro da instituição do casamento. Hoje esta ocorre primeiro, sofre todos os estresses e algumas vezes os parceiros passam a morar juntos. Os riscos de gestação na adolescência não são apenas devido ao fator idade, existem riscos biológicos, porém psíquicos e sociais bastante importantes. Quanto ao fator idade, podemos considerar duas faixas etárias, a adolescência precoce de 11 a 15 anos e a tardia de 16 a 19 anos. È na primeira fase que ocorrem mais riscos. Um fator é a idade ginecológica que é menor, isto é, quanto menor a diferença entre a idade cronológica da paciente e aquela que teve a primeira menstruação maior o risco para a gestação, devido a imaturidade da vascularização uterina, o que acarretaria o parto prematuro ou uma placenta insuficiente. Porém esta faixa etária coincide com a maior não aceitação da gestação, maior postergação do início do pré-natal acarretando falta de orientação alimentar, tratamento de anemia, infecções urinárias ou vaginais, pré-eclampsia e também um trabalho psíquico-social.A gestação na adolescência é um problema mundial de saúde pública, pois atinge principalmente a classe social mais carente e de menor escolaridade, sendo na maioria das vezes não planejada.Sabemos que a gravidez nesta faixa etária não é algo novo. Maria teve Jesus com 15 anos de idade. Porém o grande diferencial é que antes a gestação acontecia dentro da instituição do casamento. Hoje esta ocorre primeiro, sofre todos os estresses e algumas vezes os parceiros passam a morar juntos. Os riscos de gestação na adolescência não são apenas devido ao fator idade, existem riscos biológicos, porém psíquicos e sociais bastante importantes. Quanto ao fator idade, podemos considerar duas faixas etárias, a adolescência precoce de 11 a 15 anos e a tardia de 16 a 19 anos. È na primeira fase que ocorrem mais riscos. Um fator é a idade ginecológica que é menor, isto é, quanto menor a diferença entre a idade cronológica da paciente e aquela que teve a primeira menstruação maior o risco para a gestação, devido a imaturidade da vascularização uterina, o que acarretaria o parto prematuro ou uma placenta insuficiente. Porém esta faixa etária coincide com a maior não aceitação da gestação, maior postergação do início do pré-natal acarretando falta de orientação alimentar, tratamento de anemia, infecções urinárias ou vaginais, pré-eclampsia e também um trabalho psíquico-social.

Fonte:

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2006/10/10/286046942.asp

Transformações físicas e psicológicas ocorridas com os adolescentes

Por: Vanda Maranhão
Alguns teóricos consideram a adolescência com uma fase de grandes transformações, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. É o momento da construção, da formação de valores, e que exige mais orientação e compreensão por parte dos adultos.
Dentre as questões que devem ser bem orientadas está a sexualidade, que apesar de ser um acontecimento natural, ainda e tratado como um tabu para muitos adultos. A sexualidade é determinante para algumas mudanças biológicas. E as mudanças físicas ocorrem devido ao aumento da produção hormonal neste período, o que pode provocar uma alteração das emoções, portanto, explicando a perda de controle e desequilíbrio psicológico do adolescente (Kimmel & Weiner, 1995; Pereira, 1996).


Fontes:
---->http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/adolesc3.html<----
---->http://www.virtualpsy.org/infantil/gravidez.html<----
---->http://mundoeducacao.uol.com.br/sexualidade/puberdade.htm<----

Importância dos métodos contracepitivos


Por: Rosete Pontes

O número de adolescentes grávidas vem crescendo significativamente e a prevenção da gravidez, como também a prevenção de doenças sexualmente (DSTs). Esse número aumenta cada dia, principalmente entre adolescentes e adultos jovens sexualmente ativos, esse quadro tende a piorar, pois os jovens e adolescentes estão dando início à vida sexual cada vez mais cedo.
A escolha do método pode variar de acordo com a idade, número de filhos e com a tolerância ao método, tendo a preocupação com o surgimento de doenças crônicas. Deve-se também levar em conta as limitações, pois nenhum método é 100% seguro.
É de suma importância o trabalho continua desse tema nas escolas, não só para divulgar os tipos de métodos, mas para observar a atitude de jovens e adolescentes diante da situação.

Leia mais:
http://www.afh.bio.br/reprod/reprod8.asp

Problemas anatômicos sofridos pelas adolescentes na gravidez

Por: Anielda Marques
A puberdade que marca o início da vida reprodutiva é caracterizada pelas mudanças corporais e psicológicas da adolescência. Uma gravidez na adolescência provocaria mudanças maiores ainda na transformação que já vinha ocorrendo de forma natural.
Os problemas enfrentados pelas adolescentes grávidas mostram-se preocupantes no plano médico, psicológico e social. Há uma incidência maior de crianças prematuras, nascidas de mães adolescentes, pois os órgãos reprodutivos ainda estão num processo de amadurecimento biológico. Além de um alto risco de hipertensão e anemia.
As repercussões nutricionais serão tanto maiores quanto mais próxima da menarca acontecer à gestação, já que nesse período o processo de crescimento ainda está ocorrendo. O crescimento materno pode sofrer interferência por que há uma demanda extra requisitada para o crescimento fetal (American Dietetic Association, 1998).

A Gravidez na adolescência

Por: Laodicéia Melo



A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo.

A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente.

É muito importante que haja diálogo entre os pais, os professores e os próprios adolescentes, como forma de esclarecimento e informação.

Mas o que acontece é que muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos, essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Alguns especialistas afirmam que quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a escola promove explicações sobre como se prevenir, o tempo certo em que o corpo está pronto para ter relações e gerar um filho, há uma baixa probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente transmissíveis.

O prazer momentâneo que os jovens sentem durante a relação sexual transforma-se em uma situação desconfortável quando descobrem a gravidez.

É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranqüila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade.

Eliene Percília
Fonte: Equipe Brasil Escola